Ódio incubado,sentimento tão forte que enrrigesse minha face deixando-a sem medo,com expressão de cão de guarda,cão-demônio. Numa reação nem um pouco atípica, meu músculo concentra rancôr,mágoa e vontade de matar em cada ATP meu. Rancôr este que ,após séculos da idade adoscente,permanece intacto,com o mesmo ódio de um século de quatro anos atrás, força indomável que faz particulas de faiscas saltarem meu olhar à fora,capazes de destruir um mero mortal em segundos,inclusive o que vos fala. A dor que pulsa em minha mente, à cada repetição,faz o peso sobre meus músculos triplicarem, a força despreendida passa a ser muito maior, e o velho sentimento matador sonda meus pensamentos de tal forma, que passo a ter um medo próprio.
Palavras são poucas para descrever tal sentimento,pois o que sinto por dentro é de tal complexo que Freud levaria alguns minutos para entender, a vida é magnífica, o corpo humano é magnífico, e de tal forma, que nem Phd's deste mundo consegue explicar tais reações. "Rancor é um sentimento horrível e desumano", pelo contrário, rancor é o sentimento mais humano possível,digo mais humano possível por concordar que é um sentimento horrível,pois o ser humano é uma das coisas mais horríveis que já se inventaram, pode ser uma forma biologicamente complexa,mas a capacidade de pensar, a capacidade de tomar decisões, de sentir ambição pelo poder, ódio pelo que lhe foi revogado, isso é um karma, que todos os seres humanos pagam, a não ser os que não vivem, os que não vivem são piores, pois estes, nem se quer ódio podem sentir.
Tenho experiências de vida terríveis, das quais uma delas me levou a escrever isto. Das que eu pude controlar,não me arrependo de nenhuma delas,pois todas serviram para construir um caráter firme, o qual eu tenho hoje. Como dito anteriormente, não tenha medo de viver, a porrada que a vida lhe dá pode ser forte, mas a navalha despreendida no contra-golpe pode ser mortal.
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Prazo longo, preço curto.
Compasso,tique taque,ricocheteia.
Compasso,coração,pulsação,incendeia.
Compasso,vida curta, esvazia.
Compasso,carne fraca,putrefaz.
Compasso, respiração, estrala o peito.
A vida em segundos se desfaz, enquanto muita gente se preocupa com planos futuros, se importa com problemas que ainda vagam pelo campo turbulento sem criar forma, sua vida pode se esvair com um belo acidente, ou com um rico e infortuno acaso, "don't carry the world upon your shoulders" Beatles,the. Viva mais intensamente,não tenha medo de arriscar,afinal, é o risco que nos traz a adrenalina, que mantem o coração jovem e ativo. A vida pode ser uma aventura finita, ou um tédio infinito, equilibrai-a e adorai-a, pois diferente de um compasso, ela só bate uma vez.
Compasso,coração,pulsação,incendeia.
Compasso,vida curta, esvazia.
Compasso,carne fraca,putrefaz.
Compasso, respiração, estrala o peito.
A vida em segundos se desfaz, enquanto muita gente se preocupa com planos futuros, se importa com problemas que ainda vagam pelo campo turbulento sem criar forma, sua vida pode se esvair com um belo acidente, ou com um rico e infortuno acaso, "don't carry the world upon your shoulders" Beatles,the. Viva mais intensamente,não tenha medo de arriscar,afinal, é o risco que nos traz a adrenalina, que mantem o coração jovem e ativo. A vida pode ser uma aventura finita, ou um tédio infinito, equilibrai-a e adorai-a, pois diferente de um compasso, ela só bate uma vez.
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Vazio
Página em branco, mente vazia, um espaço irrecuperável que se estrala fora minha espinha. E quem diria que no final de uma etapa tão extensa e até agora onipresente sentiria-me tão ... nada? Sinto medo do futuro, do inexplicável, do incalculável, a situação não é apocalíptica,mas um tanto melancólica. A tristeza que me dá saber que pessoas que me acompanharam no meu caminhar,me empurrando para frente ou me puxando para trás,nunca irão,possivelmente,me ver ou ter notícias. Pessoas importantíssimas em minha vida,até quando durarão?É, não sei até quando,não sei se para sempre,mas apenas me despeço. Adeus, ou até logo.
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Diástole Iluminada
O Céu se abre em minha cabeça,sinto sua força vibrando por cada nervo,cada celula do meu corpo se enche de luz e energia,áurea positiva,sangue pulsando, a incerteza de um futuro proximo já não tem mais força para me amedrontar,e ao badalar do sino fúnebre,à nós,já não tem como assustar.
Ponho-me de corpo e alma,e é alma e é corpo,à todo respirar seu,cada lindo gosto e doce cheiro que tu tens,resplandece em meus sentidos,me fazendo sentir,tal sensação,que é renovada à cada instante.
Vivo a te desejar o bem,não mal,o qual,à tu,nada tens a fazer, e toda batida cardíaca minha,sua,nua crua, um pouco do nosso amor há de ter. Os planos para frente,nós despejamos para traz, a imagem na mente, e no esquecimento, jamais.
Nova ordem,revolução,para todos os efeitos,fugimos do padrão. Afinal, que graça teria então, e como teriamos nosso happy end, sem as glorias e feridas de batidas de um só coração?
Ponho-me de corpo e alma,e é alma e é corpo,à todo respirar seu,cada lindo gosto e doce cheiro que tu tens,resplandece em meus sentidos,me fazendo sentir,tal sensação,que é renovada à cada instante.
Vivo a te desejar o bem,não mal,o qual,à tu,nada tens a fazer, e toda batida cardíaca minha,sua,nua crua, um pouco do nosso amor há de ter. Os planos para frente,nós despejamos para traz, a imagem na mente, e no esquecimento, jamais.
Nova ordem,revolução,para todos os efeitos,fugimos do padrão. Afinal, que graça teria então, e como teriamos nosso happy end, sem as glorias e feridas de batidas de um só coração?
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Sino Fúnebre
Choque de emoções constantes,Nuvens de má fé,
Imagens que não saiem da mente,a falta de visibilidade
das ideias me fazem perceber que estou tentando me
segurar no vazio,tentando chorar lágrimas não caídas,
e quanto mais eu tento mais eu tenho medo,e quanto
mais o medo me consome, mais eu perco a esperança
de sair de tal trevas.A Imagem, aqueles olhos,aquele ritmo
fúnebre de prostração ao badalar do sino da maldade,me leva
a crer que não sairei de tal rota morro a baixo,mas sempre
há uma luz,que me encaminha sempre à uma coisa que nunca irei
largar,que nunca terei como largar, a faísca que me aquece
e mantem vivo,até o ultimo badalar do sino,que com um frio
e ríspido toque,acabará de vez,com esse sofrimento.
Imagens que não saiem da mente,a falta de visibilidade
das ideias me fazem perceber que estou tentando me
segurar no vazio,tentando chorar lágrimas não caídas,
e quanto mais eu tento mais eu tenho medo,e quanto
mais o medo me consome, mais eu perco a esperança
de sair de tal trevas.A Imagem, aqueles olhos,aquele ritmo
fúnebre de prostração ao badalar do sino da maldade,me leva
a crer que não sairei de tal rota morro a baixo,mas sempre
há uma luz,que me encaminha sempre à uma coisa que nunca irei
largar,que nunca terei como largar, a faísca que me aquece
e mantem vivo,até o ultimo badalar do sino,que com um frio
e ríspido toque,acabará de vez,com esse sofrimento.
sábado, 23 de outubro de 2010
Poesia mais escrita
Cada passo errado
É um verso perdido
No qual estaria ao seu lado
Um pensamento que me foge
Poderia ser um soneto
Mal feito e estridente
Sem você não tem dueto
As pessoas que se foram
Para sempre ou para longe
Não retornaram hoje
E minha vida,está aonde?
Se você se for
Eu vou com você
Chorarei em seu ombro
mas não irei te perder
Uso a força que tenho para te manter
E seu respirar rotina em ser meu prazer
Logo terei que lhe dizer
Você é minha poesia mais escrita
E minha vida é você
É um verso perdido
No qual estaria ao seu lado
Um pensamento que me foge
Poderia ser um soneto
Mal feito e estridente
Sem você não tem dueto
As pessoas que se foram
Para sempre ou para longe
Não retornaram hoje
E minha vida,está aonde?
Se você se for
Eu vou com você
Chorarei em seu ombro
mas não irei te perder
Uso a força que tenho para te manter
E seu respirar rotina em ser meu prazer
Logo terei que lhe dizer
Você é minha poesia mais escrita
E minha vida é você
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Amarga Descrição
Penso em cada gole quando acordo,cada amarga faisca que atravessara minha garganta ácida e desviara de algum modo para meu coração. As descargas vitais passam a pulsar antes da glicose chegar ao meu sangue,antes do corte d'agua atravessar minha pele,antes do caminho trivial ao mais trivial de tudo isso.Sinto o sabor em minha boca antes de pensar no porquê de não sentir frio em um amanhecer de outono. Vivo cada dia,gero cada expectativa,baseado em uma força maior que nem meu ser,nem Freud conseguira entender,alias,seria Freud minha salvação? Bem,acho que não. Não me encomodo com o trivial,até acho interessante,dependendo do elemento que protagonizará o comum. As ideias que se perdem ao serem transcritas para o papel ou para o futil html de solidão,prefiro te-las em minha mente e não passar à frente,porém sou contradição pura,sou preto no branco,faisca na água ou apenas um insano.
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Rotina
Há cada sonho interrompido pelo despertador apitando
Vejo uma nuvem de fumaça que cobre a cidade
E que sem piedade ameaça o meu viver
Deixo a água tocar em meu corpo
Para que sem sonolencia o sol torne a nascer
Continuo à vagarosos passos tentando me esquecer
Ou do pesadelo longo ou do dia que esta para acontecer
E pensar ao entrar no furgão
em tudo que pode acontecer
Ao cruzar a montanha e disparar o coração
Inteligente,racional,com sentido ou não,hoje eu sei:
Para levantar e cruzar a cidade,eu tenho uma razão
Vejo uma nuvem de fumaça que cobre a cidade
E que sem piedade ameaça o meu viver
Deixo a água tocar em meu corpo
Para que sem sonolencia o sol torne a nascer
Continuo à vagarosos passos tentando me esquecer
Ou do pesadelo longo ou do dia que esta para acontecer
E pensar ao entrar no furgão
em tudo que pode acontecer
Ao cruzar a montanha e disparar o coração
Inteligente,racional,com sentido ou não,hoje eu sei:
Para levantar e cruzar a cidade,eu tenho uma razão
domingo, 16 de maio de 2010
Brisa Inicial
Simples assim,
nada como começar algo novo,
botar a cara a tapa,iniciar algo
O Inicio de tudo é diferente
o inicio de um namoro é a empolgação
o inicio de um suicidio é a depressão
o inicio de um choque é a colisão
tudo tem o seu inicio,independente de ter um meio ou um fim
sempre tem um inicio
e é assim que por mais clichê ou não
inicio minhas postagens
nada como começar algo novo,
botar a cara a tapa,iniciar algo
O Inicio de tudo é diferente
o inicio de um namoro é a empolgação
o inicio de um suicidio é a depressão
o inicio de um choque é a colisão
tudo tem o seu inicio,independente de ter um meio ou um fim
sempre tem um inicio
e é assim que por mais clichê ou não
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